Um espaço de todos, para assinalar e comentar situações actuais ou memórias, desta zona feita Cidade mas com raizes Saloias.
domingo, 22 de fevereiro de 2009
falsos jardineiros
domingo, 11 de janeiro de 2009
apontamentos primitivos
Nos tempos primitivos , a Espanha parece ter sido povoada por duas migrações sucessivas da Ásia, a dos Iberos ou melhor Euskaldunac, e a do Celtas ou antes Celticos, os antigos denominavam celtäe os das Galias, e celtici os de Espanha.
Uma das tribos, célticas era a dos lusones:
a denominação geral acaso provém do nome lusones ( que Estrabão coloca junto das fontes do Tejo, e que talvez eram de origem denicia) completado pela terminação púnica tan, vulgar na Peninsula.
Quando os Cartagineses entraram na Peninsula, não só as duas raças mais antigas, os iberos e os celtas, se achavam confundidos nos territórios centrais, mas tambem as tribos das orlas do mar e ainda os celtas e celtiberos do sertão se tinham misturado com os fenicios e gregos, principalmente com os primeiros, cuja influencia na população foi tamanha que ficou predominando até hoje no país o nome que eles lhe puseram.
o elemento fenicio nota-se na denominação dos nomes LUsitânia, Tejo, Guadiana, enquanto o céltico predomina nas formas brig ou briga, fora como o leitor sabe da região saloia, onde tais designações não existem.
Cartago estableceu definitivamente a sua influência na Peninsula, a partir do século III,A.C.
Os tudertanos ( celto-fenicios) habitavam então o sul do Tejo, e os céltico as margens do Guadiana.
Antes da denominação romana, o campo, como hoje concebemos, não existia. Havia cidades,as terras cultivavam-se na verdade, porque isso não podia deixar de ser; porém não estavam povoadas, os proprietários delas eram os habitantes das cidades, os quais saíam a inspecionar as suas granjas, onde conservavam frequentemente certo numero de escravos.
Mas aquilo que chamamos hoje campo; esta população solta, ora em habitações solitárias ora em aldeias, e que cobre por toda a parte o solo, era facto quase desconhecido na antiga Itália.
A raça berbér estava subjugada pelo árabe, mas o ódio mútuo subsistia, dai o ódio do saloio mosarabe
( mosarabe ou mostarab- feito ou tornado árabe)ao árabe que o escravisara e dominava. O saloio nunca foi árabe.
Mouro-berber, odiava o árabe. isto explica que Afonso Henriques, ao tomas Lisboa, o deixasse em paz com suas terras.
"História de Portugal", Herculano
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
domingo, 28 de dezembro de 2008
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
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